Gerenciamento de risco: como diminuir os custos com segurança

Gerenciamento de risco: como diminuir os custos com segurança

Processo obrigatório pela norma NBR 5419, o gerenciamento de risco é uma avaliação que define fatores e riscos relacionados a todo panorama e contexto de uma edificação.

Normalmente, em uma edificação existe um fluxo muito grande de pessoas e isso aumenta o risco humano. Ou seja, quanto maior a quantidade de pessoas, maior os riscos que uma descarga atmosférica pode causar.

Dentro deste processo não se deve avaliar apenas a descarga direta, mas o que ela pode causar. Por exemplo, se estivermos dentro de uma edificação e cai um raio em cima de um equipamento, além de danificar o aparelho, o raio irá iniciar um incêndio em decorrência da descarga atmosférica. Essa possibilidade deve ser revisada durante o gerenciamento de risco, envolvendo as questões de combate a incêndio.

Dentro da avaliação SPDA é preciso se atentar a quais são os sistemas de combate ao incêndio e quais são os outros fatores que vão analisar a questão de surtos e proteções.

No projeto de uma edificação já existe todo um sistema de combate a incêndio como extintores, sistema de SPK, detecção de fumaça etc. Ou seja, já possui toda uma estrutura de combate a incêndio.

Entenda a classificação

Primeiro é importante entender que para a norma NBR 5419 existe um número associado a um conjunto de parâmetros da corrente elétrica para garantir que os valores especificados em projeto não estão superdimensionados ou subdimensionados quando da ocorrência de uma descarga atmosférica.

Esta definição aparece nas partes 1, 2 e 4 da Norma. Já na parte 3, a definição que aparece é a “Classe do SPDA que é o número que denota a classificação de um SPDA de acordo com o Nível de Proteção para o qual ele é projetado”.

Logo em seguida, a parte 3, mostra a Tabela 1 – relação entre Níveis de Proteção para descargas atmosféricas e classe de SPDA, onde mostra que o Nível de Proteção I é igual a Classe de SPDA I; o II é igual a Classe de SPDA II e assim por diante.

O Nível de Proteção é obtido na análise de risco conforme a parte 2 da ABNT NBR 5419. Nesta mesma análise de risco, pode-se definir o nível de proteção para o qual os DPS foram projetados.

Como diminuir os custos?

É possível economizar no material de construção e ter uma redução de custos em torno de 20% a 30% adaptando a realidade com outros mecanismos de proteção, o risco total da edificação cai e com isso o SPDA que era do tipo 2, passa a ser do tipo 3 ou até mesmo do tipo 4.

Outro ponto que faz a diferença nos custos é a implicação de medidas de proteção contra surtos que vão do DPS até as blindagens. Só com o fato de instalar o DPS, há a redução de riscos que estarão relacionadas aos danos dos equipamentos.

A ABB tem uma linha de dispositivos protetor de surtos (DPS), desenvolvida com a qualidade e confiabilidade e em conformidade com as normas IEC/EN 61643. Está disponível na versão fixa com corrente máxima de descarga de 20kA ou 40kA, com indicação no frontal do fim da vida útil do varistor.

Essa técnica cabe ao projetista ou profissional que irá fazer a instalação. Isso é um grande diferencial! Já pensou você reduzir em até 30% os custos de uma obra?

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