Iluminação de ambientes: 4 dicas que você deve ficar atento
Arquitetura e Design

Iluminação de ambientes: 4 dicas que você deve ficar atento

08.07.2020

A iluminação de ambientes é uma das responsabilidades mais importantes de um arquiteto de interiores. O cenário de uma sala de estar ou de jantar, por exemplo, não teria a beleza sem um sistema de iluminação muito bem planejado.

Quando bem planejada, a iluminação de ambientes tem o poder de mudar totalmente a percepção e o astral de uma sala, fazendo com que o espaço pareça mais convidativo, harmonioso e aconchegante.

Por isso, para que um projeto de iluminação seja elogiado pelo cliente, você, como um arquiteto de interiores, precisa estar atento a algumas dicas muito importantes. Veja quais são essas dicas que você deve estar sempre atento.

 

1. Conheça os dois tipos de iluminação de ambientes

Existem dois tipos de iluminação: direta e indireta. E para projetar a iluminação de ambientes baseada nestes tipos é preciso analisar cada ambiente. Mas a diferença é bastante simples. Veja:

Sabe o foco de luz específico que colocamos sob a mesa de trabalho? Esse é um tipo de iluminação direta, ou seja, é uma forma de iluminar mais prática e funcional, principalmente quando se deseja evidenciar algo bem específico.

Já a iluminação indireta, por sua vez, não há um foco dirigido de iluminação, ou seja, o ambiente é iluminado por igual, a luz de ambientação reflete na superfície e depois se amplia por todo o ambiente.

Dessa forma, a iluminação indireta é mais indicada para sancas e cortineiros iluminados, balizadores, spots, arandelas e nichos iluminados. Já a iluminação direta é mais indicada para spots, luminárias de mesa, abajures, luminárias de piso, arandelas e pendentes.

Portanto, para definir o tipo de iluminação, vale estudar muito bem o ambiente, considerando o uso que esse ambiente terá dentro da residência.

 

2. Muito cuidado com a escolha de cores e superfícies espelhadas

Essa dica não envolve a iluminação de ambientes em si, mas terá grande interferência sobre o efeito que a iluminação terá no ambiente. Assim, precisamos ficar atentos aos impactos que objetos, tipos de materiais e cores terão sobre a eficiência da iluminação.

Veja um exemplo: todos nós sabemos que ambientes com cores escuras absorvem a luz, os ambientes com cores claras refletem. O mesmo irá acontecer com espelhos, superfícies cintilantes e vidros, que terão o potencial de refletir a luz no recinto.

Dessa forma as cores claras, o uso de espelhos e o uso de objetos cintilantes (como o granito e o vidro) distribuirão melhor a iluminação no local, dando a sensação de amplitude.

Assim, vale a pena apostar, se possível, em janelas grandes, espelhos e também cores claras para móveis e pintura. Estes elementos decorativos farão com que a iluminação ganhe destaque, inclusive com a possibilidade de dar a impressão de um local maior.

 

3. Adeque a iluminação de acordo com a necessidade do ambiente

Para que a iluminação de ambientes resulte nos melhores resultados é essencial que o planejamento seja pensado e planejado de acordo com as necessidades de uso de cada ambiente de uma casa ou apartamento.

Veja algumas dicas para definir a melhor iluminação a ser adotada em cada um dos ambientes de uma casa ou apartamento:

Sala de Estar - Por serem ambientes destinados à convivência e entretenimento, a iluminação da sala de estar precisa ser confortável e trazer aconchego. Uma iluminação mais indireta, destacando o mobiliário, quadros e obras de arte podem ser uma boa pedida para compor o ambiente. Cortineiros iluminados também trazem aconchego.

Sala de Jantar - A mesa de jantar é o objeto central desse ambiente, por isso ela deve ser destacada, com o uso de pendentes ou até mesmo spots. No caso de mesas muito compridas, pode-se utilizar vários pendentes enfileirados, ou mesclar com spots.

Cozinha e Área de Serviço - A iluminação destes ambientes deve ser do tipo direta, clara e bastante eficiente. Luminárias centrais, e mescladas com spots deixam o ambiente bem iluminado.

Quarto – Este ambiente pede uma iluminação suave, sem luz direta na cabeça. Na área da cabeceira da cama, o ideal é utilizar pontos de luz indiretas, como por exemplo, o uso de abajures nas mesas laterais. Se o quarto também tiver bancada de estudos, uma luz direta sob a mesa é o mais indicado.

Banheiro - A iluminação na decoração do banheiro também merece atenção, este ambiente deve ser mais claro e com luz brancailum, que traz a sensação de limpeza, mas ao mesmo tempo deve ser suave. Na bancada do espelho, o ideal é mesclar a luz branca com a luz amarela, isso irá ajudar na hora da maquiagem, mantendo o rosto sempre iluminado e sem sombras.

 

4. Faça a escolha certa considerando a temperatura da luz

Você sabia que a temperatura da cor de iluminação pode interferir no rendimento das nossas atividades diárias, no sono e até mesmo na nossa saúde? Essa escolha é de responsabilidade do arquiteto durante seu planejamento da iluminação de ambientes.

Veja algumas dicas baseadas na temperatura da luz.

  • Temperatura de cor fria: propicia uma iluminação mais densa e brilhante, sendo excelente para áreas de trabalho e atividades de culinária. Por isso é mais indicada para áreas de serviço, cozinha, garagens e banheiros;
  • Temperatura de cor quente: propicia uma iluminação calma e mais aconchegante, sendo indicada para dormitórios, corredores, salas de estar, varandas e terraços.

Há ainda uma terceira opção conhecida como temperatura de cor natural que, como o próprio nome induz, propicia uma iluminação naturalmente branca, podendo ser uma segunda opção para todos os ambientes acima.

A maior qualidade dessa cor é que ela não altera a coloração dos objetos a serem iluminados sendo, por isso, muito indicada para salas de jantar, área de estudos e leitura e para destacar quadros e objetos de arte.

Portanto, abuse da sua criatividade e deixe a iluminação de um ambiente com a beleza e funcionalidade que ele exige!

 

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Autor

Abel Santos

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